Cultura

Eduardo Lourenço, Vergílio Ferreira e Eugénio de Andrade inspiram rede literária

Escrito por Jornal O Interior

Os espaços que marcaram a vida e a obra de escritores como Eduardo Lourenço, Eugénio de Andrade e Vergílio Ferreira vão dar origem a uma rede literária dinamizada pelos municípios da Guarda, Fundão e Gouveia.
O projeto “Ler e Partir: Geografias Literárias de Eduardo Lourenço, Eugénio de Andrade e Vergílio Ferreira” resultará de um protocolo que as três autarquias vão assinar, em Gouveia, este domingo (15h30). O acordo tem como objetivo «a construção de uma rede em torno dos espaços emblemáticos na vida e na obra» dos três escritores, estando a Guarda associada a Eduardo Lourenço e a Vergílio Ferreira, a Póvoa de Atalaia (Fundão) a Eugénio de Andrade, e Melo (Gouveia) a Vergílio Ferreira. A esta iniciativa vão também associar-se a Casa da Poesia Eugénio de Andrade e a futura Casa da Palavra Vergílio Ferreira, bem como as Bibliotecas Municipais Vergílio Ferreira (Gouveia), Eduardo Lourenço (Guarda) e Eugénio de Andrade (Fundão).
Paralelamente, na sessão será também anunciado o vencedor do Prémio Literário Vergílio Ferreira 2020, na categoria de romance, instituído pelo município de Gouveia para homenagear o romancista natural de Melo (1916-1996). O galardão já foi atribuído às obras “Que possível ensaio sobre a verdade em Vergílio Ferreira”, da autoria de Maria do Rosário Cristóvão (2018), “Dor de Ser Quase, Dor Sem Fim”, de Iolanda Martins Antunes (2016), “O Cómico em Vergílio Ferreira”, de Jorge Costa Lopes (2013), “Diário dos Imperfeitos”, de João Morgado (2012), e “Estação Ardente”, de Júlio Conrado (2006), entre outras obras.

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