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Nabais Caldeira evoca Centro da Mocidade Portuguesa

Guarda

“Era uma vez… O Centro da Mocidade Portuguesa na Guarda – memórias de um graduado” é o título do livro que António Nabais Caldeira apresenta amanhã (18 horas).

A sessão de lançamento decorre no Solar os Póvoas, na Praça Velha, onde funcionou o centro e que acolhe atualmente a sede da Junta de Freguesia da Guarda. Nesse dia assinala-se também o 622º aniversário do nascimento do Infante D. Henrique, patrono da Mocidade Portuguesa. Editada pelo “GUIÃO – Centro de Estudos Portugueses” (associação de direito privado e sem fins lucrativos, com sede em Lisboa), a brochura apresenta um «testemunho pessoal, que passa em revista o período 1965/1974, feito com o propósito de ajudar a preencher o que creio ser uma lacuna deixada por outros trabalhos editoriais, coligindo factos e documentos que contribuam para uma melhor compreensão, desideologizada e descomplexada, do que foi a Mocidade Portuguesa», refere o autor. Nabais Caldeira aborda a evolução regulamentar por que passou aquela organização do Estado Novo, que assumiu, «a partir de 1971, o carácter de associação nacional de juventude, de inscrição voluntária, e, sobretudo, o percurso adotado na Guarda e a partir da Guarda».

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