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Manifestação pela Linha da Beira Baixa na Guarda

Ação decorre no sábado frente à estação de caminhos-de-ferro da cidade pela reabertura do troço até à Covilhã

Júlio Seabra, autor do movimento pela modernização e reabertura do troço ferroviário entre a Guarda e a Covilhã, apela «a todos os beirões» para que se juntem por essa causa em frente à estação da Guarda no sábado, pelas 15 horas.

Este cidadão argumenta que, desde o encerramento da linha, «os concelhos da Guarda, Belmonte e Covilhã deixaram de contar com um serviço vital para as suas gentes, e toda a região tem vindo a perder capacidades de mobilidade e de intervenção económica, com a agravante da introdução de portagens na A23 e da supressão do serviço rodoviário prestado pela CP desde 1 de março». Entretanto, a situação que se vive atualmente na Linha da Beira Baixa levou os deputados socialistas Hortense Martins (Castelo Branco) e Paulo Campos (Guarda) a questionarem o Governo sobre a substituição das locomotivas por automotoras com mais de 30 anos no Intercidades entre a Covilhã e Lisboa, «com prejuízo em tempo de percurso e comodidade», assim como sobre a suspensão do serviço de autocarros entre a Guarda e a Covilhã, deixando os utentes «sem alternativa». Na segunda-feira, o requerimento destinado ao ministro da Economia dava conta de uma «degradação, muito significativa, da mobilidade das populações dos distritos de Castelo Branco e da Guarda» desde que o atual Governo entrou em funções.

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