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CDS questiona tutela sobre fecho de agências da CGD

Guarda

Os deputados do CDS João Rebelo, Ana Rita Bessa, Hélder Amaral e João Pinho de Almeida querem saber, numa pergunta enviada ao ministro das Finanças, quais as implicações da reestruturação da CGD no distrito da Guarda, nomeadamente quantas agências vão fechar, em que localidades e quantos funcionários vão ser dispensados.

Após ouvir Paulo Macedo, CEO da CGD, dizer que está «disponível para estudar a manutenção, mesmo que parcial, de algumas das agências que deveriam encerrar», os parlamentares alertam para a necessidade de «lutar contra a desertificação das regiões do interior, em que a população idosa é maioritária e que assim se vê sem possibilidade de acesso ao serviço bancário público». Os centristas frisam ainda o caso específico do distrito da Guarda, «um território fortemente penalizado, com um significativo índice de envelhecimento, baixos rendimentos, rede de transportes públicos, em muitos casos, insuficiente», pelo que nalgumas localidades o encerramento de agências da Caixa, «além de prejudicial para as populações já de si isoladas, contribuirá para o agravamento das assimetrias regionais».

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