Saúde

Estudo para a reforma materno-infantil vai ser apresentado ao próximo Governo

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Escrito por Sofia Pereira

O Bastonário da Ordem dos Médicos espera entregar, durante o próximo ano, ao Ministério da Saúde as conclusões do grupo de trabalho que foi constituído para a reforma da rede materno-infantil em Portugal. Carlos Cortes diz que as decisões tomadas até agora foram «políticas» e este estudo pretende fazer um plano ao nível da área de ginecologia/obstetrícia, anestesiologia, neonatologia e pediatria.

O grupo de trabalho em questão é constituído por «peritos das áreas médicas» referidas acima e «académicos». O Bastonário da Ordem dos Médicos sublinha que «contamos entregar o trabalho no próximo ano, ao Governo que estiver em exercício de funções, para que possam aproveitar este contributo técnico-científico da Ordem dos Médicos – não é um contributo político», reforça Carlos Cortes.

Para o Bastonário é «esse o problema», as decisões tomadas «são exclusivamente políticas e com pouco suporte técnico». Carlos Cortes diz que as decisões «não são tomadas de forma planeada, pelo que assistimos a uma “navegação à vista” nas maternidades e área materno-infantil», quanto o que se espera para o país é entendermos as necessidades daqui a 5/10/20 anos e planearmos os recursos humanos nestas áreas muito importantes (ginecologia/obstetrícia, anestesiologia, neonatologia e pediatria).

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Sofia Pereira

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