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Côa Parque mantém-se, Frei Pedro perde utilidade pública

Fundações

O Governo já não vai extinguir o Côa Parque, como tinha determinado a avaliação realizada no ano passado.

O Conselho de Ministros aprovou na quinta-feira uma resolução com a lista final de extinções e diminuição de apoios públicos, na sequência da fase de pronúncia de interessados. A manutenção desta fundação, criada em 2010 para gerir o museu e o parque que salvaguarda as gravuras rupestres descobertas em 1994, implica uma redução de 30 por cento nos apoios públicos. Para Gustavo Duarte, presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa, trata-se de «um ato de inteira justiça» para com a região do Vale do Côa. O também vogal do Conselho de Administração da Côa Parque acredita que com esta decisão «os dinheiros públicos serão mais bem acautelados». Esta fundação tem como sócios fundadores os ministérios da Economia e do Ambiente, assim como a Secretaria de Estado da Cultura, que detêm 95 por cento do capital social. O restante foi assumido pela Câmara de Foz Côa (um por cento) e pela Associação de Municípios do Vale do Côa (4 por cento).

No caso da Fundação Frei Pedro, da Guarda, foi mantido o cancelamento do estatuto de utilidade pública, o que implica o pagamento de impostos. Trata-se de uma instituição privada criada em fevereiro de 1989 tendo como finalidade a solidariedade social, a formação profissional (Centro de Formação Assistência e Desenvolvimento), o ensino (ISACE) e a comunicação social – é proprietária do jornal “Terras da Beira” e da Rádio F.

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