Sociedade

País passa para estado de alerta a 1 de julho, estado de calamidade em 19 freguesias da zona de Lisboa

Escrito por Luís Martins

A 1 de julho, a generalidade do país vai para estado de alerta, dois níveis abaixo do estado de calamidade, enquanto a Área Metropolitana de Lisboa passa para estado de contingência e 19 freguesias da AML mantêm o estado de calamidade e estão novamente sujeitas a medidas restritivas.

O decisão foi aprovada pelo Governo, cujo Conselho de Ministros reuniu esta quinta-feira. A nível nacional, com o estado de alerta será necessário continuar a cumprir estas regras ou então sofrer as contra ordenações:

– Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância ativa

– Mantêm-se regras sobre distanciamento físico, uso de máscara, lotação, horários e higienização;

– Ajuntamentos limitados a 20 pessoas;

– Proibição de consumo de álcool na via pública;

– Contra ordenações: 100 a 500 euros (pessoas singulares) e 1.000 a 5.000 euros (pessoas coletivas).

Para o primeiro-ministro, António Costa, o estado de alerta na quase totalidade do país «não significa retomar a normalidade pré-Covid», pois a «exigência de protecção individual e dos outros não diminui. Temos maior responsabilidade, é fundamental manter regras». Este nível significa também «maior liberdade», mas ao mesmo tempo uma maior vigilância das autoridades com um aumento das contra-ordenações. «Mais liberdade é mais responsabilidade», afirmou o chefe do Governo.

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Luís Martins

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