Política

Sondagem dá vitória folgada a Carlos Chaves Monteiro na Guarda

Escrito por Luís Martins

É a primeira grande sondagem para as eleições autárquicas do próximo mês de setembro para a Câmara da Guarda.

Realizado pela “Eurosondagem”, este estudo de opinião, a que a O INTERIOR/ RÁDIO ALTITUDE tiveram acesso, aponta o PSD e Carlos Chaves Monteiro como vencedores destacados.

O PSD está na frente com uma projeção de 46,7 por cento das intenções de voto, o PS obtém 33,3 por cento e o MI – Movimento Independente fica-se pelos 7,3 por cento.

A sondagem indica ainda que o CHEGA consegue 3,6 por cento, o CDS 2,2 por cento e o Bloco de Esquerda (BE) 2,1 por cento. Já os inquiridos sem opinião, que escolhem outro partido ou votam em banco/nulo representam 4,8 por cento – nesta percentagem está incluída a CDU, a coligação formada por PCP e Os verdes.

Segundo esta sondagem, o PSD poderá eleger quatro vereadores e o PS três elementos para o futuro executivo municipal.

Quando questionados “Se as eleições fossem hoje, qual seria o sentido de voto nos cabeças de lista?”, uma larga maioria dos inquiridos respondeu Carlos Chaves Monteiro, que obtém 63,8  por cento das intenções de voto, enquanto Luís Couto recolhe 21,2 por cento, Sérgio Costa 3,6 por cento e Francisco Dias 3,3 por cento.

Aníbal Monteiro – é assim que vem referenciado o nome do candidato do CDS – consegue 2,2 por cento e Jorge Mendes 1,1 por cento.

Tendo como referência esta última pergunta, com Chaves Monteiro o PSD pode eleger entre 5 a 6 mandatos para o executivo e o PS de Luís Couto 1 a 2 mandatos. 8,1 por cento dos inquiridos ainda não tem opinião, escolhe outro candidato ou vota em banco/nulo.

Ficha técnica: O erro máximo da amostra é de 3,04 por cento para um grau de probabilidade de 95 por cento.

A sondagem foi realizada no final de junho pela “Eurosondagem” a pedido da direção nacional do PSD, com o objetivo de conhecer a opinião dos cidadãos portugueses com 18 anos ou mais, residentes no concelho da Guarda.

Foram efetuados 1.188 contactos telefónicos, que resultaram em 1.011 entrevistas validadas. Saiba mais na próxima edição de O INTERIOR.

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Luís Martins

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