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Quando não há civismo

A estação de caminho-de-ferro e a sua respectiva gare na Guarda será uma das melhores da província, se não mesmo a melhor. (…) Mas aquilo que me entristece é ter que ver onde posso passar com malas e malotes nos intervalos de automóveis ali estacionados a carregar e descarregar, ou simplesmente a ocupar espaço e a ver passar os comboios. Os srs. automobilistas desconhecem que o espaço é de todos, pelo que devem descarregar ou carregar e dar lugar a outros. A isto chama-se civismo.

A polícia tem todo o direito de manter ali a ordem e actuar da melhor maneira. Não esqueçamos que Lisboa tem a Gare do Oriente e nós estamos às portas da Europa, por isso os guardenses devem mantê-la rápida e operacional em toda a linha. Quanto à CP deve reparar ou atenuar o “chapéu”/cobertura que dá acesso à entrada, pois, quando chove, cai mais chuva dos lados do que a que vem das nuvens. Por outro lado, cria-se uma poça de água no chão a caminho dos táxis. Também o quiosque podia muito bem ser desviado para um dos lados para que as pessoas se vissem umas às outras neste espaço. (…).

António do Nascimento, Guarda

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